sábado, 22 de outubro de 2011

Graus

Enfim te vejo, a me enxergar.
E tuas dúvidas a respeito de minha condulta, me enaltessem.
Porque sou mesmo louca.
E de tão ser me rendo ao teu cedro de rei absoluto, 
e sinto prazer na tua injusta desconfiança.
Excitante descofiança falsa, pois sei no que vorazmente acreditas.
Assim o sei.
É bom te provocar!
E até achei que demorou a notar minhas notas.
Entendas que o que sempre foi só teu, 
também é por vezes ameaçado, 
e te cuidas, 
está em extinção.
O leite que em mim há de escorrer, por vezes,
somente em minha terra frutificou, plantas de astros.
E é justo porque, afinal, o que para alguém escrevo, 
abaixo o assino sem subliminares,
ao antigo, que agora voltara a nascer, não de existência,
mas de nomenclatura:
AMOR! Você
F.R (Meu)

4 comentários: