Enfim te vejo, a me enxergar.
E tuas dúvidas a respeito de minha condulta, me enaltessem.
Porque sou mesmo louca.
E de tão ser me rendo ao teu cedro de rei absoluto,
e sinto prazer na tua injusta desconfiança.
Excitante descofiança falsa, pois sei no que vorazmente acreditas.
Assim o sei.
É bom te provocar!
E até achei que demorou a notar minhas notas.
Entendas que o que sempre foi só teu,
também é por vezes ameaçado,
e te cuidas,
está em extinção.
O leite que em mim há de escorrer, por vezes,
somente em minha terra frutificou, plantas de astros.
E é justo porque, afinal, o que para alguém escrevo,
abaixo o assino sem subliminares,
ao antigo, que agora voltara a nascer, não de existência,
mas de nomenclatura:
AMOR! Você
F.R (Meu)
Virei por este jardim mais vezes...
ResponderExcluir;)
Venha!
ResponderExcluir... Vou Dizer Nada..
ResponderExcluirMas deveria, uma vez que o escrito foi pra você. Mas como sempre... né?
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