Quando sou vontade de ser arte,
pintar música,
cantar teatro,
dançar a vida...
Tudo fica assim, colorido
como se o fosse.
E uso essas lentes,
e canto samba, o samba da realidade fantasiosa.
Intensamente sou, tudo quanto quisera,
e o que não, esqueço, enquanto minhas pernas
dançam.
Bora?
"No tempo que eu era só,
e não tinha amor nenhum,
meu coração batia mansinho...
tum
tum
tum..."

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